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Como a dança ajuda a combater a depressão


A depressão é um transtorno mental comum e uma das principais causas de inabilidade nas pessoas. Estudos científicos trazem dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) que essa doença acomete mundialmente mais de 350 milhões de indivíduos, tendo casos de maior incidência nas mulheres. Os principais sintomas são: tristeza, perda de interesse e prazer, sentimento de culpa, baixo autoestima, distúrbios do sono e do apetite, fadiga e falta de concentração. É uma patologia que possui um grande impacto social, pois influencia na capacidade individual.

A ciência tem demonstrado que as atividades que usam o corpo em movimento podem auxiliar neste tratamento. Evidente que, só podem ser obtidos bons resultados quando esse tipo de ação está associada à prescrição correta de medicamentos, que corrigem a função neuroquímica do corpo, e à psicoterapia, que atua modificando a forma de agir.

Dentre essas atividades físicas, a dança se destacado, ajudando muito nos quadros de depressão.

Como todo exercício físico, a dança promove o aumento da força  muscular, o ganho nas amplitudes de movimentos e consequentemente, a melhora do condicionamento físico. Além desses benefícios já conhecidos, a prática desta atividade também apresenta outros mais específicos auxiliando no quadro de depressão, como melhora da autoestima, do humor e ganhos sociais pela interação e convivência.

Por meio dos movimentos de dança, fatores biológicos são liberados no corpo, que é o caso da endorfina, promovendo uma sensação de bem- estar, tirando a pessoa do sedentarismo de maneira lúdica e prazerosa. 

Venha dançar e ser mais feliz! ❤

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Referências: ANDRADE, T. R. O exercício físico no tratamento da depressão: uma revisão de literatura. Universidade Estadual de Campinas. Faculdade de Educação Física. Campinas, 2011. GONÇALVES, L. Depressão e a atividade física: uma revisão. Universidade Federal de Uberlândia. Faculdade de Educação Física. Uberlândia, 2018. OLIVEIRA, V. I. M. Depressão e atividade física. Disponível em: <http://www.listasconfef.org.br/comunicacao/banco_de_ideias/VivianeOliveira.pdf>. Acesso em: 02/08/2019. Texto elaborado por Priscila Monsano, fisioterapeuta, bailarina e bióloga.

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